Carta do Phil
 
Caros Alunos e Pais,

Antes de abrir nossa escola, procurei identificar as necessidades básicas de alunos de inglês e vi que muitas dessas necessidades não estavam sendo satisfeitas. Esses alunos precisavam aprender um inglês que pudessem pôr em prática, mas em muitas escolas eles estavam recebendo uma sobrecarga de análise gramatical e tradução (ouvi falar bastante até de aulas em português sobre o inglês).

Mais do que tudo, eles precisavam permanecer numa escola só, e poder ter a certeza de que ao terminar, saberiam inglês o suficiente para realizar um projeto de vida, profissional ou cultural. Ao invés disso, era muito comum eles passarem de escola para escola, e perderem confiança na sua capacidade de aprender uma língua estrangeira.

Eles também precisavam aprender tão rapidamente quanto possível, mas a maioria estava estudando em escolas que ofereciam poucas horas de aula por semana. E, freqüentemente, depois de todo o tempo e dinheiro investidos, eles finalmente terminavam com pouca habilidade de usar o idioma. O que eu mais ouvia destas pessoas era: "Sei muita gramática e sei ler um pouco, mas não sei falar".


A educação não deve ser mitificada: as pessoas pagam por um produto, portanto devem receber o produto. No caso, inglês de alto nível.

Mantendo em mente essas dificuldades, visitei algumas das melhores (e piores) escolas nos Estados Unidos e Brasil e pesquisei a literatura nos campos da educação em geral e do ensino de inglês como língua estrangeira. Concluí que alguns conceitos inovadores e importantes não estavam sendo aplicados nessa área, como contrato de aprendizagem, critério de excelência e garantia. Em 1982, utilizei-os para delinear nosso programa de inglês, o qual, desde então, meus colegas e eu estamos refinando. Temos muito orgulho do nosso curso e, principalmente, dos resultados que nossos alunos vêm conseguindo.

Phil Young
Professor / Diretor

 
 
 
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